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Sabe qual é o maior obstáculo à inovação?

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2016-05-24

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A 1.ª edição do Barómetro Inovação Empresarial, levado a cabo pela Improve e pela Spirituc – Investigação Aplicada, conclui que a pouca sensibilidade nas empresas portuguesas, ao nível de top management, é vista como o principal obstáculo à inovação. Este estudo, realizado junto de altos quadros de empresas a atuar em Portugal em áreas como a alimentar, indústria farmacêutica ou consultoria, conclui ainda que a falta de recursos financeiros e de recursos humanos qualificados são obstáculos à inovação no nosso país.

No âmbito das contrariedades à inovação, sabia que cerca de 70 % das empresas portuguesas considera que não existem incentivos ou recompensas para premiar a inovação? Pouca sensibilidade dos gestores de topo (80,6%), falta de recursos financeiros e inexistência de recursos humanos qualificados (56.5%). São estes os principais obstáculos à inovação nas empresas que operam em Portugal

“Com este estudo, percebemos que as empresas portuguesas valorizam a inovação e pretendem ter informação sobre ideias e projetos inovadores mas ainda assim não apostam na inovação devido a questões como a mentalidade do top management, a falta de recursos financeiros a pouca preparação dos seus recursos humanos. Ou seja as empresas portuguesas têm um destino, mas não sabem como lá chegar” afirma Renato Póvoas, diretor-geral da Improve.

Saiba mais aqui.

Guess What e Improve criam fundo de um milhão para start-ups

Renato Povoas - Managing Partner Comunicação e Marketing 2016-01-21

Guess What, em parceria com a Improve, empresa do grupo Guess What, acabou de criar um fundo de um milhão de euros, a distribuir nos próximos quatro anos por start-ups com ADN inovador e, tendencialmente tecnológico. Os fundos serão alocados em serviços de comunicação e inovação, destacando-se o apoio ao nível da comunicação, processos de internacionalização, obtenção de financiamento, inovação e transformação do negócio, registo de patentes, entre outros relevantes ao crescimento das start-ups apoiadas. A contrapartida deste apoio prevê a cedência de uma percentagem da sociedade ao grupo Guess What, a rever após quatro anos.

Este investimento prende-se com dois aspetos: a crença, da Guess What, no desenvolvimento empresarial através da inovação e, em muitos casos, de base tecnológica, que permitem adicionar valor ao ecossistema de negócio, entre parceiros e, por fim, ao consumidor. Por outro lado, acredita que estas empresas, que arriscam iniciar-se num ambiente económico e empresarial tão desafiante como o atual, têm provavelmente um tremendo potencial para fazer a diferença e estão dotadas de um forte know-how técnico, mas apresentam por vezes lacunas ao nível de recursos complementares à atividade que empresa pretende suprir, com os apoios previstos neste fundo.

A Guess What vai selecionar e apoiar o desenvolvimento de empresas com estas características e necessidades, com a certeza de que, através deste modelo de colaboração, serão parceiros de boas estórias empresariais de sucesso.

Fonte: Meios e Publicidade

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Sauna em Cortiça

Renato Povoas - Managing Partner Ambiente, Sustentabilidade 2013-01-29

A cortiça tem sido utilizada como um componente essencial no desenvolvimento dos mais diversos projetos industriais. Com criação em Portugal esta sauna de cortiça é renovável, não poluente, quimicamente inerte, inócuo para a saúde, resistente fricção, com baixa termo condutividade, luz, com um excelente comportamento acústico, alta impermeabilidade a líquidos e sem lançamentos de gases tóxicos.

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bewarket – Vendas via Facebook

Renato Povoas - Managing Partner Comércio, Comunicação e Marketing, Educação e Ensino 2013-01-09

Bewarket é um projecto português, e caracteriza-se por ser uma plataforma de compra e venda online, semelhante ao já conhecido ebay. No Bewarket o utilizador tem um leque de opções e pode comprar, vender, doar, leiloar e ainda revender os seus produtos. Não necessita de se dirigir ou aceder a nenhum site, e basta ter acesso à sua conta no Facebook uma vez que o serviço funciona como uma aplicação para esta rede social.

O ‘social commerce’ Bewarket, surgiu a partir da tese de Mestrado de um dos criadores, Marco Barbosa, que teve como tema a utilização do comércio electrónico no mercado social. Para o autor “existe uma convergência no associar das redes sociais às compras e venda online […] esse é o futuro do comércio electrónico”.

Fonte: Sapo

Cloogy já tem uma aplicação iOS

Renato Povoas - Managing Partner Ambiente 2013-01-07

Fonte: Revista B!T

O Cloogy já tem uma aplicação iOS de gestão energética, disponível na Apple Store.

Agora, com a aplicação iOS Cloogy, já pode controlar a sua casa ou o seu escritório à distância, através do iPhone ou do iPad. O Cloogy é um equipamento de monitorização de eficiência energética e, com ele, gerir a sua energia e controlar os seus equipamentos vai ser tarefa fácil.

Esta aplicação, produto tecnológico português, foi desenvolvida pela Intelligent Sensing Anywhere e permite ao utilizador conhecer, em qualquer momento, quais os consumos de eletricidade em casa ou no escritório.

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Renato Povoas - Managing Partner Segurança 2013-01-04

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Fonte: Ambitur Online

A ANA, Aeroportos de Portugal, SA e a Vision-Box® S.A., especialista em soluções biométricas, estabeleceram uma parceria com vista à instalação de eGates no controlo de acesso ao controlo de segurança no Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, para validação do passageiro no acesso à Sala de Embarque.

Totalmente desenvolvida em Portugal, a vb i-match® check-point vai permitir automatizar o controlo de passageiros através da validação pela eGate do cartão de embarque, qualquer que seja o formato utilizado – papel ou eletrónico (telemóvel/PDA). Este novo conceito, em projecto-piloto, pretende avaliar mais uma solução de self-service num dos pontos de controlo da infraestrutura aeroportuária, aumentando assim a abrangência deste tipo de soluções.

Pizza Night com foco em design de interfaces

Renato Povoas - Managing Partner Educação e Ensino, Eventos 2012-11-20

Deixo-vos aqui uma nota recebida da NOVA Entrepreneurship Society – Clube de Empreendedores da Universidade NOVA de Lisboa.

O empreendedorismo exige uma grande capacidade de flexibilidade, resiliência e planeamento. Todos os meses, a Nova Entrepreneurship Society recebe convidados na sua já tradicional Pizza Night para uma conversa informal sobre estes e outros aspetos que tangenciam diversos setores do mercado. Nesta quarta-feira (21/11) o designer João Ferreira desloca-se ao clube para um encontro sobre o tema Design de Interfaces: desenvolvimento de aplicações e negócios web based.

João Ferreira atua como designer na Kwamecorp e professor convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. O desenvolvimento da sua trajetória profissional passa pelo contacto com diversas empresas de relevo tais como Pepsi, Nissan, 20th Century Fox e Nespresso.

A presente edição da Pizza Night faz parte da Semana Global de Empreendedorismo que acontece simultaneamente em 136 países. A Pizza Night é um evento promovido pelo Clube de Empreendedores da Universidade Nova de Lisboa. Desde maio de 2011, a Nova Entrepreneurship Society realiza encontros mensais que tem como objetivo aproximar empreendedores, estimular o networking e facilitar a interação entre diversos setores.

Aos interessados em participar, a Pizza Night tem início as 19h30 na Residência Alfredo de Sousa, Piso -1, Campus de Campolide, 1099-032, Lisboa, sendo 5€ para sócios e participantes pela primeira vez e 8€ para não sócios. O evento possui um limite restrito de participantes sendo assim imprescindível a inscrição e a confirmação de presença em: http://alturl.com/2jhww

4 erros clássicos dos jovens empreeendedores

Renato Povoas - Managing Partner Comunicação e Marketing 2012-11-08

Para os que estão a empreender ou tencionam vir a fazê-lo no futuro, aconselho a ler este artigo. Os principais destaques:

  1. Passar mais tempo a desenvolver o produto do que a vendê-lo;
  2. Ter medo que a sua ideia seja roubada;
  3. Pensar que os clientes são os próprios empreendedores;
  4. Avaliação das ideias em detrimento das vendas.