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empreendedorismo

É mulher e tem projetos para o ambiente? Lisboa está à sua procura

No mundo dos negócios ainda existem bastantes obstáculos. Contudo, os desafios com os quais as mulheres empreendedoras têm de lidar são muito superiores aos dos homens. Por isso, no âmbito de Lisboa Capital Verde Europeia de 2020, o programa Women4Climate está à procura de mulheres empreendedoras que queiram desenvolver projetos na área da Economia Verde. 

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ONU premeia as melhores ideias que ajudem a salvar o planeta

Com as alterações climáticas a ameaçarem a existência da sociedade e dos nossos ecossistemas, é altura de começar a contribuir para a proteção e recuperação do meio ambiente. Foi com este objetivo em mente que a Organização das Nações Unidas (ONU) abriu as inscrições para o maior Prémio ambiental destinado a jovens empreendedores e ambientalistas.

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Tem soluções inovadoras relacionadas com o Blockchain? O BlockStart está à sua procura!

Hoje em dia, o blockchain é cada vez mais utilizado pelas empresas, uma vez que é uma tecnologia capaz de dar eficiência aos processos de negócio. É com base nesta tendência que o BlockStart, o consórcio europeu liderado pela portuguesa Bright Pixel, anunciou que está à procura de soluções inovadoras para impulsionar a adoção do blockchain nas Pequenas e Média Empresas (PMEs).  

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As 10 startups europeias que prometem transformar o mundo (e uma delas é portuguesa)

Improve Startups 2019-03-20

A Internet of Things, ou Internet das Coisas, em português (IoT) veio mesmo para ficar. E são cada vez mais as empresas apostadas em fazer a ligação entre o mundo real e o mundo digital, transformando não só casas, mas indústrias inteiras. A aposta é, aqui, grande. E é sobre ela que escreve a EU-Startups, que identifica as 10 startups europeias que prometem transformar o mundo, uma das quais portuguesa.

 

Chama-se Infraspeak e esta startup nacional está a desenvolver soluções de gestão de instalações, ajudando empresas com grandes infraestruturas, como hospitais, bancos ou hotéis, a simplificar a tecnologia, aumentar a produtividade e reduzir a burocracia, os riscos e os custos.

 

Mas da lista de startups que prometem mudar o mundo fazem parte várias outras, como a German Autolabs, uma empresa com sede em Berlim, que está a desenvolver inteligência artificial para para o setor automóvel, tendo criado Chris, o primeiro copiloto digital do mundo.

 

A Ambrosus está a construir uma rede de IoT alimentada por blockchain para o setor da alimentação, enquanto a Moona está a revolucionar o sono com o primeiro travesseiro conectado, capaz de regular a temperatura do corpo durante a noite.

 

A Noomi, empresa que criou uma pulseira inteligente, sensível ao movimento, ergonomicamente projetada e alimentada por Inteligência Artificial para cuidado aos idosos, está também em destaque, assim como a Vilisto, que desenvolve soluções de poupança de energia, à quais se juntam várias outras.

 

Fonte: EU-Startup

Já pensou em ser um ‘astropreneur’?

Improve Empresas, Startups 2018-11-28

Talvez ainda não tenha ouvido falar em ‘astropreneur’, mas se esse for o caso, então podem bem ser que ande distraído. É que ainda que o termo seja novo, a aposta nesta área já está a dar que falar e promete dar ainda mais, ou não tivesse o espaço deixado de ser a última fronteira para se tornar na próxima conquista.

 

Mas afinal, de que é que estamos a falar? Tem tudo a ver com a ambição interplanetária, com a ideia, cada vez mais próxima, de explorar outros planetas e de o tornar uma possibilidade acessível a todos. Uma tarefa que conquista cada vez mais o interesse dos empreendedores, com pequenas empresas e ideias de negócio que vão ao encontro do desejo de explorar o espaço. Tanto que, de acordo com a consultoria New Space Global, até o final da próxima década deverão ser cerca de 10 mil as empresas privadas a trabalhar nesta ambição, entre as quais algumas portuguesas.

 

O potencial, esse é enorme. De acordo com o relatório de uma consultora norte-americana (Bryce Space and Technology), o investimento em tecnologia espacial passou de mil milhões de dólares entre 2000 e 2005 para quase cinco mil milhões entre 2011 e 2015.

 

Uma aposta a que a Europa também tem estado atenta. No Velho Continente existe mesmo uma incubadora espacial, a Space Startup Accelerator, que procura transformar ideias relacionadas com o espaço em negócios reais.