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Empresa Portuguesa no top 50 das empresas mais inovadoras de 2016!

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2016-02-16

Farfetch encontra-se no 23º lugar deste top, por colocar as melhores lojas de moda do mundo num cenário global.

É uma empresa global de e-commerce, que liga compradores a mais de 300 lojas de luxo através de uma única loja online de modo a criar uma experiência logística perfeita tanto para compradores como para vendedores. A Farfetch oferece a qualquer loja a hipótese de crescer online.

Estando sempre atenta ao crescimento das lojas de luxo, a Farfetch converteu, para o online, lojas em 35 países que enviam os seus produtos para clientes em 190 países, criando uma receita de 500 milhões de dólares em 2015. A empresa tem escritórios em 10 países e, ainda, oferece aos clientes um serviço disponível em 10 idiomas – ajustando os saldos à cultura local de cada país.

Saiba mais sobre o Top 50 em Fast Company.

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Tablets, os novos brinquedos?

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2015-12-28

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Para as crianças desta geração a tecnologia faz parte do seu dia-a-dia, por isso é que Hugo Ribeiro estranhou que o brinquedo de eleição das suas filhas fosse o iPad. No entanto, o que o preocupou foi a falta de interação das crianças com brinquedos reais, que pode resultar numa perceção espacial pouco desenvolvida. Foi a partir deste impasse que Hugo desafiou Pedro Branco, professor universitário e investigador, e Carina Figueiredo, com experiência de interação com crianças através da componente tecnológica a criarem juntos um sistema que permitisse juntar os dois lados da brincadeira. Surge assim magikbee, com três jogos: Hidden Shape, para crianças entre os 3 e os 5 anos, Dino Blocks, dos 4 aos 6 anos e Runaway, dos 5 aos 8; e um kit de brinquedos de madeira que interage com o tablet, onde estão instalados os jogos, assim as crianças não perdem nenhuma das dimensões.

“O nosso objetivo foi criar jogos para crianças de todas as idades, de maneira a que elas gostem, consigam fazer interagir objetos reais com a tecnologia. Nos níveis mais avançados, as crianças vão ainda precisar de adultos para conseguirem passar de nível, o que faz com que integrem adultos nas suas brincadeiras”, explica o cofundador do projeto.

Por enquanto, a equipa da startup continua a trabalhar no registo das patentes e, por isso, pouco pode adiantar acerca da tecnologia, e para conseguirem produzir os primeiros 5000 kits, os fundadores da magikbee avançaram com uma campanha de crowdfunding na plataforma IndieGogo, uma das mais concorridas a nível mundial, que tem como objetivo angariar 37 mil dólares até 20 de janeiro.

Fonte: Dinheiro Vivo

Calças de ganga tecnológicas? Uma evolução do têxtil?

Renato Povoas - Managing Partner Têxtil 2015-12-01

Não vamos começar a vestir tecnologia, mas sim adaptar a tecnologia ao que vestimos. Confuso? Miguel Carvalho, professor de Engenharia Têxtil na Universidade do Minho, pensou em criar funcionalidade, e foi assim que surgiu a ideia de adaptar a tecnologia ao vestuário e posteriormente a um produto, concebido no MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Desde 25 de novembro que se pode contribuir para esta reinvenção das calças de ganga no Kickstarter, a marca FYT Jeans tenciona conquistar , no primeiro mês, um mínimo de 30 mil euros para financiar o arranque da produção destinada à Europa e aos EUA.

O projeto FYT Jeans surge a partir do estudo do comportamento das pessoas. Nos dias de hoje seria de estranhar que fossem as pessoas a adaptar-se ao que vestem e não o inverso.

Em 2011, quando Miguel Carvalho se tornou professor convidado no MIT, nos EUA, conheceu Elazer Edelman, médico cardiologista, diretor de Centro de Engenharia Biomédica do MIT e diretor do Centro de Ciências da Saúde e Tecnologia da Harvard Medical School. Juntos, passaram os anos seguintes nos laboratórios a estudar engenharia têxtil e anatomia. Usaram scanners 3D, imagens termográficas e sensores termodinâmicos para medir tensão, pressão e temperatura com diferentes posições do corpo. A partir desta informação, desenvolveram umas calças de ganga que reduzem até 90% a compressão e minimizam a concentração localizada de temperatura e pressão. Mais informações no vídeo aqui.

Após vários protótipos, na busca da otimização de materiais e do design, foram já registadas patentes para o design final dos FYT Jeans, com modelos para homem e mulher, na Europa e nos EUA.

Apesar da startup estar sediada em Cambridge, a produção será feita em Portugal.

Fonte: pplware SAPO

Uask4.me – precisa de uma assistente pessoal?

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2015-11-27

E se tivesse alguém que agendasse reuniões, encomendasse serviços, procurasse escritórios, reservasse viagens ou mesas em restaurantes?

Por vezes a quantidade de tarefas agendadas pode ser complicado de gerir, uma assistente virtual pode se transformar numa ajuda preciosa.

Filipe Moreira criou o serviço da Uask4.me, com o objetivo de facilitar a vida aos fazedores que não querem perder tempo em tarefas como agendar reuniões, encomendar serviços, procurar um novo escritório ou reservar uma viagem de negócios ou uma mesa para almoçar. A principal ideia é ajudar startups e os seus fundadores a reduzir o tempo que gastam em tarefas que podem ser resolvidas por assistentes virtuais, através de SMS’s gratuitas ou via Whatsapp.

Este serviço liga os empreendedores e as suas equipas aos assistentes virtuais, através de uma SMS, o contacto entre ambos é desta forma curto, rápido e objetivo mas não deixa de parte o fator humano.

Por enquanto, para aderir ao Uask4.me, pode-se optar por três pacotes mensais distintos. O primeiro custa 29 euros e dá acesso a uma assistente virtual disponível das 9h às 18h para 10 tarefas por mês, com respostas no próprio dia. Por 55 euros mensais, o número de tarefas sobe para 20 e por 129 euros sobe para 50 tarefas. Em qualquer um dos casos, qualquer membro da equipa pode utilizar o serviço. Mais informação aqui.

Fontes: Dinheiro Vivo | Observador

Finalistas do MBA Awards 2015 são líderes de uma startup portuguesa

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2015-11-25

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Luís Martins e Kiruba Eswaran, líderes da startup portuguesa Zaask, estão entre os finalistas dos MBA Awards 2015, este prémio ambiciona destacar o melhor projeto empreendedor do mundo que tenha saído de um mestrado em administração de negócios (MBA). Luís Martins, CEO, e Kiruba Eswaran, director de marketing estão entre os finalistas graças ao seu projeto Zaask, uma plataforma criada para facilitar o processo de contratação de serviços locais que garantiu um lugar na categoria MBA Entrepreneurial Venture Award.

Os MBA Awards visam reconhecer o talento e as contribuições feitas pelas escolas e pelos seus alunos, nos MBA e na comunidade em geral, premiando o que de melhor se faz nas escolas de negócios de todo o mundo, na vanguarda em liderança.

A Zaask supero os mais de oito mil profissionais ativos e cria uma ligação entre os seus clientes e quatro profissionais avaliados, para que sejam apresentados e posteriormente o cliente consiga escolher o que melhor se enquadra nas suas necessidades.

A Zaask faturou em torno de dez milhões de euros em 2014 e as estimativas apontam para que a faturação da empresa supere os 25 milhões de euros este ano.

Esta startup nasceu no “The Lisbon MBA“, na altura em que conheceu o atual diretor de marketing da Zaask. “Ambos percebemos que tínhamos uma visão e objetivos similares a nível profissional: queríamos abrir a nossa empresa. Uma experiência profissional e o pouco tempo disponível fizeram-nos perceber que existia uma lacuna no mercado no que diz respeito a contratar serviços locais, e foi a partir desta necessidade que surgiu o conceito da Zaask, uma empresa criada de raiz e baseada numa plataforma única de que muito nos orgulhamos”.

Fonte: Jornal de Negócios

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Chegou o Outono e o frio! E agora?

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2015-10-20

Já sonha com o crepitar da lenha? Então em breve vai começar a procura de soluções de aquecimento para o lar.

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Os sistemas de aquecimento que funcionam a biomassa são uma boa solução: utilizam energia renovável, permitem poupança pela elevada performance dos equipamentos e decoram a casa. Atualmente existem inúmeras soluções inovadoras de salamandras. O impossível será escolher a solução que melhor se adequa a cada espaço e, provavelmente, uma das barreiras para esta escolha será o preço.

Surge então o resultado da mais recente colaboração entre a Inngage e a Solzaima: salamandras a lenha acessíveis focadas nas necessidades e contextos dos consumidores! Produtos 100% portugueses, estas peças foram apresentadas na Expo Biomasa 2015 em Valladolid, em Setembro e estão disponíveis por encomenda na Solzaima.

A Inngage é uma empresa de design focada no desenvolvimento estratégico de produtos, eu procura novas formas de melhorar a vida das pessoas assim como a performance dos negócios através de uma abordagem focada no contexto de utilização e de uma perspetiva holística das oportunidades. O seu objetivo é desenhar e projetar soluções que respondam às necessidades das pessoas, requisitos da indústria e oportunidades de mercado (métrica PIM).

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APiS Technology – Colmeias inteligentes? Já é possível!

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2015-09-15

Apicultor desde os 13 anos, Miguel Bento, ao longo do tempo apercebeu-se que existiam problemas na atividade que talvez pudessem ser solucionados com ajuda da tecnologia. Um problema que mais tem alarmado os apicultores é a diminuição do número de abelhas por criação e as consequentes quebras na produção de mel.

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Primeiro automóvel desportivo made in Portugal

Renato Povoas - Managing Partner Automóvel e Industrial 2015-07-30

O Veeco é o “primeiro automóvel desportivo” totalmente feito em Portugal e no início de 2016 deverá começar a ser comercializado a partir de Vila Nova de Gaia onde se irá instalar a linha de montagem.

 “É indicado para todos os que têm necessidade de utilizar carro para percursos diários não muito longos”, contou João Oliveira, mentor do Veeco.

O projeto para o desenvolvimento deste veículo eléctrico de três rodas arrancou em 2009, com apoio de fundos comunitários, tendo contado com a colaboração do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e a fábrica Fibrauto de Vila Nova de Gaia. As três rodas, explicou o responsável, “permitem uma maior eficiência energética”, o que, salientou, é “fundamental num carro eléctrico”. Este “reverse trike“, ou triciclo invertido (porque as duas rodas estão à frente) tem dois lugares, portas de abertura vertical, autonomia de 400 quilómetros com uma carga de bateria, consumo de 9/10 quilowatts por hora aos 100 quilómetros por hora e pode ser carregado “durante a noite numa ficha normal monofásica como as lá de casa”.

Feito “100% em Portugal”, e com um investimento total a rondar os dois milhões de euros, o Veeco foi desenvolvido na VE no Entroncamento, o chassis vem da NCP de Aveiro e a carroçaria foi feita em Gaia, na Fibrauto. É precisamente a Fibrauto, em Serzedo, que se prepara para acolher a linha de montagem do Veeco cuja comercialização deverá arrancar no início do próximo ano, com três versões diferentes e preços a oscilar entre os 23 mil e os 25 mil euros. “O protótipo já foi homologado e estamos a iniciar uma série de 10 carros que ainda não são para comercializar mas que seguirão para os parceiros do projecto”, adiantou o responsável da VE – Fabricação de Veículos de Tracção Eléctrica onde tudo começou.

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OpenPD, uma app dedicada ao Agrobusiness

Renato Povoas - Managing Partner Agricultura, Ambiente 2015-07-21

O OpenPD é um projecto português selecionado para desenvolver, ao abrigo da FI-PPP  (Future Internet Public-Private Partnership), estabelecida entre a Comissão Europeia e vários gigantes mundiais da tecnologia para o desenvolvimento da Internet do Futuro, envolvendo um investimento conjunto de 90 milhões de euros. De um conjunto alargado de candidaturas, o OpenPD foi considerado relevante na linha do Agrobusiness, principalmente pela introdução da componente de Open Community, tendo sido selecionado para financiamento através do hub tecnológico SmartAgriFood, o qual tem por objectivo tornar a cadeia de valor alimentar mais inteligente.

O OpenPD é uma aplicação móvel distribuída em modelo fremium que visa acelerar a identificação de pragas e doenças na plantas através de uma comunidade, cuja partilha ativa de conteúdos e diagnósticos permite aproximar os seus membros de profissionais da agricultura com o objetivo comum de acelerar a identificação de pragas e doenças das culturas. Em última análise, evitam-se perdas económicas e, através de um sistema de alerta, surtos significativos de pragas e doenças.

Destina-se, essencialmente a agricultores, a profissionais das empresas de fitofármacos e das organizações de produtores e à comunidade académica, através dos cientistas e professores.

Neste momento, em fase de validação do protótipo, o site do OpenPD está online e disponível para todos os que se queiram registar, contando já com mais de 400 subscrições.

Primeira bola de futebol em cortiça é portuguesa!

Renato Povoas - Managing Partner Desporto 2015-07-16

BolaDepois de, em 2010, ter criado a primeira bola de futebol em cortiça aglomerada, a Sedacor – Grupo JPS Cork  apresenta a sua mais recente inovação: uma bola feita de cortiça natural, que a empresa garante ser “fantástica”, quer para os que sabem, quer para os que não sabem, jogar futebol.
A bola foi desenvolvida com recurso “a uma nova tecnologia de agregação de lâminas de cortiça natural”, um material que se distingue pelo seu “toque único e suave” e pela “resistência e flexibilidade”, explica o Grupo JPS Cork no seu site oficial.
Estas duas características são, no entender da empresa, determinantes para “produtos de grande exigência física”, tornando a cortiça o material ideal para uma bola de futebol, “submetida a esforços como a abrasão”, os impactos violentos “e as condições atmosféricas adversas”.
A bola de cortiça natural do Grupo JPS Cork foi apresentada ao mundo no país do futebol, o Brasil, durante a Feira Tecnotêxtil, evento que decorreu na cidade de São Paulo.