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“Reimaginar a moda” é o foco do novo concurso da Comissão Europeia

Sabia que, entre 2016 e 2019, as pesquisas na internet por “moda sustentável” triplicaram? Isto só mostra uma coisa: que a preocupação da indústria da moda com a sustentabilidade tem vindo a ganhar um novo peso. Foi neste sentido que a Comissão Europeia lançou o concurso “Reinventar a moda: mudar comportamentos para uma moda sustentável”.

Com prémios no valor de 50 mil euros para os vencedores, as candidaturas para a nova edição do Concurso Europeu de Inovação Social podem ser submetidas até ao dia 4 de março. Mas o que é que este concurso procura? Projetos e ideias de negócio, em fase de arranque, que alterem as nossas formas de produzir, comprar, utilizar e reciclar a moda.

Além de reduzir a pegada ambiental global e melhorar o impacto da moda na sociedade, é também importante que, após o concurso, as soluções apresentadas sejam redimensionáveis ou replicáveis a nível local, nacional ou europeu.

Quem pode participar? Todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia e dos países associados do programa Horizonte 2020. Para tal, os interessados só terão de submeter a apresentação das candidaturas até à data limite. 

Será em Amesterdão, nos Países Baixos, e no mês de julho, que decorrerá a final do concurso. Aqui, os 30 semifinalistas serão convidados a integrar uma academia de formação presencial, onde receberão apoio nas respetivas ideias para a segunda ronda de avaliação. Após identificados os 10 finalistas, apenas os três vencedores receberão, individualmente, o seu prémio de 50 mil euros. 

Importa referir que os vencedores só serão anunciados numa cerimónia de entrega de prémios, no outono, e que para a sua nomeação o júri irá reger-se pelos seguintes critérios: grau de inovação (40%), impacto (20%), sustentabilidade (25%) e escala (15%).

Lançado em memória do pioneiro da inovação social, Diogo Vasconcelos, o Concurso Europeu de Inovação Social nasceu há oito anos. Abordando, todos os anos, uma temática diferente com relevância para a Europa, este concurso já é uma referência para os inovadores sociais europeus, uma vez que apoia ideias na sua fase inicial e facilita uma rede de inovadores radicais que trabalham em benefício de uma sociedade melhor. 

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