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O caderno ecológico da Infinitebook já tem a sua nuvem

Em 2014, Pedro Lopes, na altura com 18 anos, teve a ideia de criar um caderno reutilizável.

Com recurso ao crowdfunding, este jovem, natural de Viseu, angariou 2.308 euros para desenvolver a sua ideia, criando assim a Infinitebook, uma startup que oferece vários cadernos em tamanho A4 e A5, reutilizáveis. 

Desenvolvidos a partir de um material plástico semelhante ao dos quadros brancos, estes cadernos podem ser reutilizados as vezes necessárias, sendo apenas necessário escrever com uma caneta de acetato, desenvolvida também pela marca.

Agora, cinco anos depois, esta startup uniu-se à startup portuguesa Chilltime para desenvolver a Infinitebook Cloud.

Esta nova aplicação permite a todos os utilizadores destes cadernos ecológicos fotografar e arquivar as suas notas e apontamentos numa nuvem desenvolvida para o efeito.

Acessível em desktop e mobile, na versão gratuita desta aplicação cada utilizador poderá guardar até 50 fotografias das suas notas e apontamentos na nuvem, bem como organizar essas mesmas notas por projetos e partilhá-las com outros utilizadores.

Já a versão paga, que custa mensalmente 1,99€, permite guardar até 250 páginas.

Apesar de já estar disponível na Play Store e na App Store, as equipas da Chilltime e da Infinitebook estão a também a desenvolver uma tecnologia que permita a esta aplicação identificar o texto escrito nas imagens, permitindo aos utilizadores procurarem os conteúdos armazenados na nuvem por palavras-chave.

O desenvolvimento deste novo serviço era algo já requisitado pelos utilizadores destes cadernos ecológicos, pois muitos sentiam a necessidade de arquivar e organizar os apontamentos.

Com vários modelos disponíveis para estudantes e profissionais de economia ou gestão, assim para todos os outros utilizadores, a marca não só lançou também cadernos com novas capas, para todos os gostos, como desenvolveu agendas semanais.