fbpx

Competitividade Empresarial – O Risco da Inovação

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2018-04-26

As pequenas inovações representam em média entre 85% a 90% dos portfólios de desenvolvimento das empresas, traduzindo-se na prática a sucessos comedidos e crescimentos ligeiros. Os tempos atuais exigem maior atrevimento no que à inovação diz respeito. Na Competitividade Empresarial não se trata de inovar por inovar mas sim fazer este caminho de forma estruturada e inteligente.

As pequenas inovações, muitas vezes denominada de inovações incrementais, são importantes para uma melhoria contínua, no entanto não representam o salto que deixa a concorrência ficar para trás, quer do ponto de vista de faturação, rendibilidade ou mesmo reputação. O resultado é por isso mais seguro mas manifestamente reduzido para quem deseja que a inovação dê um verdadeiro impulso à vitalidade e crescimento da organização.

Por norma a aversão que existe em inovações verdadeiramente disruptivas está relacionada com o risco que estas acarretam e o fato do retorno não ser imediato. A probabilidade de insucesso é de facto elevada, contudo se não existir esta aposta para além das inovações incrementais, a empresa arrisca-se a não sair de um registo de ligeiro crescimento ou mesmo estagnação.

A solução está então na implementação de um processo estruturado de gestão de inovação, que seja disciplinado, sistemático, ajustado à natureza e dimensão da organização e equilibrado ao longo de todo o ano na ótica do risco. Para uma maior clareza a este nível recomendo a utilização de uma matriz que permitirá através de um sistema de pontos ajudar a estimar com maior racionalidade e exatidão a probabilidade de sucesso ou fracasso.

Voltarei mais tarde a este tema.

 


1 comentário


Comments are closed.