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Startups

Startup portuguesa angaria 1,7 milhões e sonha com maior crescimento

Msousa Alimentação, Startups 2019-04-18

“Acreditamos que um cão merece o melhor – uma boa alimentação, o olhar com atenção e um lugar ao pé do sofá.”

É assim que começa o Manifesto da Barkyn, uma startup nacional incubada na UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, que acaba de angariar 1,7 milhões de euros numa ronda de investimento. Uma verba que lhe vai permitir acelerar o desenvolvimento de novos produtos e a sua expansão para novas zonas europeias.

Nasceu por cá e por cá deu os primeiros passos em direção à internacionalização, que já inclui presenças na vizinha Espanha e Itália. Podia ser mais uma empresa que faz a entrega de ração online, mas assume-se como muito mais do que isso.

Para além do alimento para os amigos de quatro patas, disponibiliza ainda ofertas personalizadas e uma veterinária online, proporcionando uma experiência superior à de um serviço clássico, combinado uma oferta mais personalizada com maior conveniência e, claro, melhor preço.

Fundada por André Jordão e Ricardo Macedo, a Barkyn foi uma das oito startups selecionadas pela Google para o seu programa de crescimento, que decorreu em Espanha, no ano passado.

Bruxelas tem dois mil milhões de euros para a inovação

Num mercado cada vez mais definido pela tecnologia e marcado pela concorrência global, a Comissão Europeia decidiu dar mais um passo no sentido de aprofundar sua capacidade de inovar e assumir riscos.

Para isso, decidiu criar um Conselho Europeu de Inovação (EIC), capaz de transformar as descobertas científicas europeias em negócios. Atualmente na sua fase piloto, promete tornar-se realidade a partir de 2021.

“Com o Conselho Europeu de Inovação, não estamos simplesmente a pôr dinheiro em cima da mesa. Criamos todo um sistema de inovação para colocar a Europa na linha da frente em tecnologias, estratégicas e inovação que irão moldar os nossos futuros, como a inteligência artificial, biotecnologia”, refere a propósito Carlos Moedas, Comissário de Investigação, Ciência e Inovação.

Mais de dois mil milhões de euros de financiamento para este ano e o próximo foram agora anunciados, para dar apoio a tecnologias avançadas, apoiar startups e PMEs.

Com apenas 7% da população mundial, a Europa é responsável por 20% do investimento global em investigação e desenvolvimento e produz um terço de todas as publicações científicas de alta qualidade, tendo uma posição de liderança mundial em setores como o farmacêutico, químico, engenharia mecânica e moda.

Mas precisa de fazer melhor para transformar essa excelência em sucesso e gerar campeões globais nos novos mercados baseados em inovação.

 

Fonte: Comissão Europeia

As 10 startups europeias que prometem transformar o mundo (e uma delas é portuguesa)

Msousa Startups 2019-03-20

A Internet of Things, ou Internet das Coisas, em português (IoT) veio mesmo para ficar. E são cada vez mais as empresas apostadas em fazer a ligação entre o mundo real e o mundo digital, transformando não só casas, mas indústrias inteiras. A aposta é, aqui, grande. E é sobre ela que escreve a EU-Startups, que identifica as 10 startups europeias que prometem transformar o mundo, uma das quais portuguesa.

 

Chama-se Infraspeak e esta startup nacional está a desenvolver soluções de gestão de instalações, ajudando empresas com grandes infraestruturas, como hospitais, bancos ou hotéis, a simplificar a tecnologia, aumentar a produtividade e reduzir a burocracia, os riscos e os custos.

 

Mas da lista de startups que prometem mudar o mundo fazem parte várias outras, como a German Autolabs, uma empresa com sede em Berlim, que está a desenvolver inteligência artificial para para o setor automóvel, tendo criado Chris, o primeiro copiloto digital do mundo.

 

A Ambrosus está a construir uma rede de IoT alimentada por blockchain para o setor da alimentação, enquanto a Moona está a revolucionar o sono com o primeiro travesseiro conectado, capaz de regular a temperatura do corpo durante a noite.

 

A Noomi, empresa que criou uma pulseira inteligente, sensível ao movimento, ergonomicamente projetada e alimentada por Inteligência Artificial para cuidado aos idosos, está também em destaque, assim como a Vilisto, que desenvolve soluções de poupança de energia, à quais se juntam várias outras.

 

Fonte: EU-Startup

Mapa do empreendedorismo e inovação do Porto disponível em ferramenta inovadora

Msousa Startups 2019-03-13

Toda a informação sobre startups, scaleups, grandes empresas, investidores, incubadoras e aceleradores existentes na região do Porto está agora agrupada, atualizada e disponível numa plataforma, cortesia da ScaleUp Porto. Trata-se de um verdadeiro mapa, com toda a informação disponibilizada num único local, que permite o uso de filtros e ferramentas de visualização de dados e análise de tendências.

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As novidades tecnológicas que aí vêm

A tradição manda que a despedida do ano velho se faça acompanhar pelas 12 passas e pela taça de champanhe. São costumes que se repetem todos os anos, assim como a lista de resoluções ou de previsões. Sem bola de cristal, mas com algumas certezas, um artigo da Inc. socorre-se da experiência de quem sabe o que faz e o que diz, para revelar as tendências tecnológicas que estão a chegar. Salientamos algumas.

 

De um dos antigos responsáveis pela segurança interna nos EUA, Amit Yoran, atual CEO da Tenable, vem a certeza que os ataques cibernéticos vão chegar ao mundo real. “Já vimos os danos que um ataque de ransomware pode causar nos ativos digitais de uma empresa, mas o que acontece quando nos movemos para além do ciberespaço, no mundo real? De ataques à produção e equipamentos, estamos a falar de eventos extremamente caros e prejudiciais, que têm o poder de encerrar completamente as operações de negócios. Infelizmente, este pode ser o ano do cyber wake up call para o qual há anos a indústria tem alertado.”

 

Derek Choy, CIO da Rainforest, considera que o mundo está “a despertar para o facto de a segurança de dados ser um problema crítico, que precisa de ser incluído mais cedo no processo de desenvolvimento”. O que significa que, em 2019, as empresas vão implementar o que aprenderam sobre como evitar erros e como codificar falhas de segurança nos seus sistemas.

 

O sucesso dos clientes será a nova fonte de crescimento para as startups, garante Dale Chang, da Scale Venture Partners. “Sem uma base estável de clientes, as empresas não podem crescer tão rápido (…). Em 2019, veremos uma nova lente na economia do cliente, da rotatividade à retenção e crescimento”.

 

O espaço de trabalho vai evoluir, graças ao advento da “Inteligência Artificial ​​e do software de automação, que significa que os humanos se estão a afastar das tarefas repetitivas e estão cada vez mais focados em tarefas que só os seres humanos podem fazer: pensar criativamente e interagir com outros seres humanos. Para os espaços de trabalho, isso significa que as pessoas passam menos tempo sentadas nas suas mesas e mais numa diversidade de espaços”, refere Dror Poleg, consultor imobiliário e de estratégia da Breather.

 

Não há dúvidas, pelo menos para Jeremy Auger, cofundador e diretor de estratégia da D2L, que as soft skills se vão tornar um fator diferenciador. “As competências técnicas têm sido o santo graal da contratação nos anos anteriores, mas essas competências diminuem rapidamente”, afirma. “A capacidade de adaptação será a competência mais duradoura nos próximos anos, já que a capacidade de aprender e de se ajustar se torna mais importante do que qualquer outra.”

 

Fonte: Inc.