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Empresas

Regresso ao escritório: Cinco dicas para o fazer em segurança

Após semanas consecutivas de teletrabalho e confinamento social, impostas pelo surto da COVID-19, milhares de colaboradores de empresas e startups começam, gradualmente, a regressar ao seu local de trabalho. Contudo, esta é uma transição que pode provocar medo e ansiedade nos colaboradores, sendo necessário que as entidades empregadoras tomem as devidas precauções para assegurar o bem-estar de todos.

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Ideias inovadoras e amigas do ambiente

Improve Ambiente, Empresas, Sustentabilidade 2019-07-24

Eleito como um dos principais inimigos do ambiente, o plástico foi o alvo de uma das startups que participaram na edição nacional de 2019 do concurso ClimateLaunchpad, uma iniciativa do UPTEC (Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto) e da LIPOR (Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto).

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Já pensou em ser um ‘astropreneur’?

Improve Empresas, Startups 2018-11-28

Talvez ainda não tenha ouvido falar em ‘astropreneur’, mas se esse for o caso, então podem bem ser que ande distraído. É que ainda que o termo seja novo, a aposta nesta área já está a dar que falar e promete dar ainda mais, ou não tivesse o espaço deixado de ser a última fronteira para se tornar na próxima conquista.

 

Mas afinal, de que é que estamos a falar? Tem tudo a ver com a ambição interplanetária, com a ideia, cada vez mais próxima, de explorar outros planetas e de o tornar uma possibilidade acessível a todos. Uma tarefa que conquista cada vez mais o interesse dos empreendedores, com pequenas empresas e ideias de negócio que vão ao encontro do desejo de explorar o espaço. Tanto que, de acordo com a consultoria New Space Global, até o final da próxima década deverão ser cerca de 10 mil as empresas privadas a trabalhar nesta ambição, entre as quais algumas portuguesas.

 

O potencial, esse é enorme. De acordo com o relatório de uma consultora norte-americana (Bryce Space and Technology), o investimento em tecnologia espacial passou de mil milhões de dólares entre 2000 e 2005 para quase cinco mil milhões entre 2011 e 2015.

 

Uma aposta a que a Europa também tem estado atenta. No Velho Continente existe mesmo uma incubadora espacial, a Space Startup Accelerator, que procura transformar ideias relacionadas com o espaço em negócios reais.

Ecossistema nacional da inovação visto à lupa

Improve Empresas 2018-11-21

Chama-se Scale-Up Portugal 2018 e é um documento da EIT Digital, Building Global Innovators e dos seus parceiros, que traduz a realidade das startups nacionais, revelando o top 25 destas empresas, as principais indústrias em que operam e o estado atual do investimento nelas feitos.

Formado por 480 empresas de tecnologia portuguesas fundadas entre 2012 e 2017, confirma que o ecossistema empreendedor e de inovação português tem por base, ainda que não exclusivamente, o financiamento de capital de risco de fora do País. Contas feitas, 72,6% das verbas usadas para financiar as 25 principais startups nacionais são proveniente de fontes não portuguesas, com o Reino Unido e os EUA a destacarem-se na lista.

O que significa, de acordo com a análise feita, que esta “grande dependência de fontes externas de financiamento de empreendimentos” torna o ecossistema de empreendedorismo e inovação nacionais “muito suscetível ao contexto internacional”.

O mesmo documento olhou também para a diferença de género e confirma que esta continua a ser uma realidade, ainda que o número de mulheres empregadas nestas startups esteja a crescer de forma constante.

No que diz respeito às cinco principais indústrias em Portugal em que operam as principais startups, com base no total de investimentos, o estudo identifica a Internet of Things como a primeira, com 30% da aposta monetária. Seguem-se a Saúde (18,8%), o software corporativo (14,6%), marketing (13,6%) e fintech (9,8%).

Fonte: Entrepreneur