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A Inovação em tempo de férias

Não, hoje não vos venho falar de nenhuma ideia inovadora para um negócio de verão. Numa altura do ano em que grande parte dos empreendedores e empresários se encontram de férias a descansar mas certamente também a pensar sobre como fazer crescer os seus negócios nos próximos meses, o propósito deste texto é deixar algumas ideias e sugestões para mais e melhor inovação. Mas comecemos pelos constrangimentos atuais.      

A meu ver são três os principais obstáculos à inovação em Portugal:

  1. Dificuldade em competir e inovar em escala;
  2. Competências e capacidade para gerir a inovação;
  3. Capacidade financeira para executar projetos.

 

Quais então as soluções para estes problemas?

1) Conectar Empresas. Através da promoção da importância da colaboração em rede e/ou fusão formal de empresas enquanto veículo de criação de escala competitiva. Isto passa por:

  • Potenciar as associações setoriais enquanto dinamizadoras de “missões de inovação”;
  • Utilização de ferramentas de auto-diagnóstico das capacidades e desempenho de inovação por parte dos clusters de competitividade, como forma de suportar a definição das suas estratégias de inovação;
  • Promover o crescimento inorgânico por via de fusões e aquisições de empresas, aumentando a sua capacidade competitiva e escala.  

 

2) Capacitar Pessoas. Aumentando a diversidade e especialização de competências técnicas e organizacionais nas empresas, com vista ao reforço da sua capacidade de inovação. Isto passa por: 

  • Criar um programa de estágios profissionais (IEFP) direccionados para funções de IDI;
  • Definir um programa de mentoring que permita agir e capitalizar os conhecimentos no quadro da gestão de IDI.

 

3) Captar financiamento. Através da diversificação de fontes de financiamento e capacitar empresas para o recurso a estes instrumentos. Em simultâneo, aumentar a abrangência do acesso a fundos comunitários. Será então importante:

  • Criar condições para que os incentivos financeiros do Portugal 2020 cheguem a um espectro mais alargado de empresas;
  • Divulgar e capacitar empresas para o acesso a programas de incentivo da Comissão Europeia e outros organismos internacionais;
  • Criar um mercado de capitais direccionado para PME em fase de expansão.

 

Acelerar a Inovação na Europa, um objetivo transformado em repto

Renato Povoas - Managing Partner Empresas, Governo e Serviços Públicos, Startups 2018-01-29

A ideia partiu do presidente francês, mas conquistou a atenção do comissário europeu Carlos Moedas, responsável pelas pastas da Investigação, Ciência e Inovação, que está já a trabalhar na criação de uma agência europeia para a inovação. Macron considera que a Europa está a perder esta corrida; Moedas concorda.

E um estudo recente apresentou mesmo as recomendações essenciais para colocar o Velho Continente na proa da inovação.

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Guess What e Improve criam fundo de um milhão para start-ups

Renato Povoas - Managing Partner Comunicação e Marketing 2016-01-21

Guess What, em parceria com a Improve, empresa do grupo Guess What, acabou de criar um fundo de um milhão de euros, a distribuir nos próximos quatro anos por start-ups com ADN inovador e, tendencialmente tecnológico. Os fundos serão alocados em serviços de comunicação e inovação, destacando-se o apoio ao nível da comunicação, processos de internacionalização, obtenção de financiamento, inovação e transformação do negócio, registo de patentes, entre outros relevantes ao crescimento das start-ups apoiadas. A contrapartida deste apoio prevê a cedência de uma percentagem da sociedade ao grupo Guess What, a rever após quatro anos.

Este investimento prende-se com dois aspetos: a crença, da Guess What, no desenvolvimento empresarial através da inovação e, em muitos casos, de base tecnológica, que permitem adicionar valor ao ecossistema de negócio, entre parceiros e, por fim, ao consumidor. Por outro lado, acredita que estas empresas, que arriscam iniciar-se num ambiente económico e empresarial tão desafiante como o atual, têm provavelmente um tremendo potencial para fazer a diferença e estão dotadas de um forte know-how técnico, mas apresentam por vezes lacunas ao nível de recursos complementares à atividade que empresa pretende suprir, com os apoios previstos neste fundo.

A Guess What vai selecionar e apoiar o desenvolvimento de empresas com estas características e necessidades, com a certeza de que, através deste modelo de colaboração, serão parceiros de boas estórias empresariais de sucesso.

Fonte: Meios e Publicidade

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Plataforma de registo da disfagia vence Start Aveiro Region 2015

Renato Povoas - Managing Partner Saúde e Bem-Estar 2015-07-14

A Universidade de Aveiro, em parceria com a plataforma Massivemov Crowdfunding, no âmbito da  Incubadora de Empresas da Região de Aveiro (IERA), promoveu o concurso de ideias de negócio Start Aveiro Region 2015, que decorreu de 10 de março a 30 de junho. O Start Aveiro Region 2015 pretende estimular o aparecimento de ideias de negócio inovadoras e com elevado potencial de aplicabilidade, que contribuam para o desenvolvimento económico da Região de Aveiro.Start Aveiro Region

O projeto vencedor foi uma plataforma de registo de avaliação da dificuldade de deglutição de alimentos ou bebidas, denominado Disfagi.

O Disfagi consiste no desenvolvimento de uma plataforma (com acesso online ou local) de registo eletrónico de avaliação da disfagia, de informação e apoio terapêutico a doentes que estão em unidades de saúde ou no domicílio, foi o único projeto que conseguiu 100% do financiamento solicitado na plataforma Massivemo, condição necessária para passar à fase seguinte do concurso Start Aveiro Region. A ideia da criação da DISFAGI nasceu da necessidade de melhorar a eficiência dos cuidados prestados a utentes com sinais e sintomas de Disfagia, durante a prática profissional da promotora Rosa Henriques, formada em Terapia da Fala pela Escola Superior de Saúde da UA, e Vítor Ferreira, formado em Engenharia Informática pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP). Este projeto surgiu com os objetivos os  de melhorar a eficiência dos cuidados de saúde prestados a utentes com Disfagia, potenciando a qualidade de vida dos mesmos e reduzindo os custos (internamento, reabilitação e medicação) para as instituições de prestação de cuidados de saúde.

Para além do projeto Disfagi, no evento “IERA – Impacto gerado, oportunidades e desafios 2020”, foram ainda apresentados os projetos Jornalix, ProfitApple, Team U&Us e Vitaplena.

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Google financia projecto da Universidade de Coimbra de reconstrução 3D de cidades

Renato Povoas - Managing Partner Telecomunicações e Tecnologia 2015-07-02

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra desenvolveu um modelo informático destinado a sistemas de reconstrução 3D de ambientes urbanos. O projeto foi seleccionado pelo Google, que atualmente está a financiar o trabalho iniciado por investigadores portugueses.
Google 3d Logo
O Google Street View já permite visitar grande parte do planeta através de uma perspectiva tridimensional. Mas a visualização de uma rua, por exemplo, fica limitada ao que foi captado pela câmara do Google montada num carro. O projeto, que começou a ser desenvolvido em 2014 por dois grupos de investigação do Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores da Universidade de Coimbra, tem como objectivo proporcionar “uma experiência imersiva, em que o utilizador navega livremente pelas ruas”, indica a instituição em comunicado.