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criatividade

Livros que não devem faltar na biblioteca dos empreendedores

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2018-01-10

Livros

Livros sobre inovação, empreendedorismo e temas afins há muitos. Tantos, que o difícil é escolher.

É para facilitar a tarefa que deixamos esta lista, com muitas páginas interessantes de leitura, sugeridas por quem mais sabe sobre estes temas e cujos nomes dispensam apresentações.

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Uma ‘cidade’ do empreendedorismo dentro de uma cidade empreendedora

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2017-08-04

É nas antigas instalações da Manutenção Militar, no Beato, ali entre Santa Apolónia e a Expo, em Lisboa, que vai nascer o Hub Criativo do Beato. Espalhados pelos 35 mil metros quadrados do espaço (o equivalente ao Terreiro do Paço) vão estar 20 edifícios, onde se espera que, já no próximo ano, estejam a trabalhar três mil pessoas, num projeto que vai ser também aberto à população, com oferta de bares, restaurantes, mercados…

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Campus Party em Portugal

Renato Povoas - Managing Partner Telecomunicações e Tecnologia 2017-01-09

Para todos os fãs de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e entretenimento digital, chega a Portugal o Campus Party.

Conhecido como ‘festival geek’, já marcou presença no Brasil, Colômbia, Alemanha, Holanda e Espanha, de onde, aliás, é originário o festival, chega a Portugal e a primeira edição vai realizar-se no Estoril, entre os dias 4 e 9 de Julho.
Marque já na sua agenda!

 

Saiba mais sobre o festival no site oficial.

WonderCover, a capa para os seus jogos no tablet

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2016-09-14

Agora vai ser possível jogar jogos de cartas em grupo (sem ver o jogo uns dos outros) no seu tablet!

A WonderCover permite que múltiplos jogadores possam, em simultâneo, jogar os seus jogos favoritos de cartas e quizz nos seus tablets. Este é o primeiro sistema que permite aos utilizadores interagirem em grupo, em tempo real, num tablet enquanto escondem o seu jogo através de barreiras físicas.

Este produto foi idealizado pela Magnética Apps and Crafts, startup de Leiria, e materializado pela INNGAGE.

Como?

Várias soluções foram consideradas mas a que maior potencialidade apresentou foi a concepção de uma capa para tablet onde barreiras físicas podem ser acopladas para jogar e, após o jogo, guardadas na própria capa. A equipa da INNGAGE conduziu várias experiências com utilizadores, através de protótipos, para perceber a maneira mais simples do utilizador: perceber o produto, montar as barreiras, estar confortável a jogar sem mostrar o seu jogo e desmontar e guardar as barreiras. Foram testadas várias ideias com utilizadores dos 10 aos 60 anos e foram os seus insights que determinaram quais as soluções que avançaram no processo de Design.

O compromisso da INNGAGE foi idealizar e desenhar um produto que o utilizador pudesse transportar e usar para qualquer propósito, mas capaz de permitir jogar uma variedade de jogos com amigos e família. Para além da capa, foram desenhadas barreiras independentes e universais que se adaptam praticamente a qualquer tablet a partir de 7”.

Assim nasceu a WonderCover, a primeira capa de tablet para jogos em grupo, com barreiras integradas onde o físico encontra o digital em experiências reais de jogos digitais.

O seu lançamento está previsto para Janeiro de 2017.

 

Smart Cities & Startups

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2016-07-15

A conhecida revista britânica Monocle, na sua edição de julho/agosto, publicou o famoso top das 25 melhores cidades para viver, este ano Tóquio encontra-se no pódio enquanto Lisboa em 16º, um lugar que tem vindo a subir gradualmente.

Como é feita a seleção?

Os critérios utilizados pela revista são o que mais sobressai, como o número de ciclovias, as infraestruturas de comunicação disponíveis ou as condições dadas à classe criativa e empreendedora.

Como reconhecer uma smart city?

Segundo Miguel Castro Neto, professor e subdiretor da Information Management School da Universidade Nova de Lisboa (NOVA IMS), onde coordena a pós-graduação em Smart Cities, “é um aglomerado urbano que, tirando partido dos mais recentes desenvolvimentos tecnológicos disponíveis, procura responder às necessidades dos seus habitantes de forma sustentável e eficaz”. Nestas cidades, inovação, tecnologia e cultura participativa são fundamentais.

 “É uma cidade das pessoas e para as pessoas”, explica Miguel de Castro Neto, parafraseando Jane Jacobs, autora da obra “Morte e Vida de Grandes Cidades”.

É neste campo que as startups entram, onde representam uma alavanca para a construção e desenvolvimento destas cidades inteligentes, com a sua criatividade e pensamento “out of the box”.

Conheça alguns exemplos aqui.

Startups portuguesas finalistas em Silicon Valley

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2016-05-20

Magikbee e Performetric, estão entre os finalistas da World Cup Tech Challenge, competição mundial que decorre a 1 de junho em Silicon Valley. As startups portuguesas estão presentes no evento com projetos que foram considerados pela organização sem fins lucrativos, Silicon Valley Forum, pertencentes à próxima geração de empresas tecnológicas emergentes.

As duas startups, integradas na Startup Braga, além dos seus projetos estarem na competição vão contar com investidores de capital de risco da cidade, administradores de várias empresas e órgãos de comunicação social.

Magikbee, desenvolveu uma tecnologia interativa que combina brinquedos tradicionais com as novas tecnologias, brinquedos de madeira que interagem com o iPad sem precisar de contacto físico.

Performetric, desenvolveu um sistema de monitorização de fadiga mental, o objetivo principal é melhorar a qualidade de vida e o desempenho individual dos seus utilizadores. Em contexto empresarial, pretende melhorar a eficácia dos colaboradores.

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Fonte: Observador

Turismo criativo?

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2016-04-18

Alunos de escolas de hotelaria e turismo foram desafiados a desenvolver ideias para criar novas empresas no âmbito do Tourism Creative Factory, um programa do Turismo de Portugal que surgiu inspirado na conferência Web Summit.

Na fase inicial foram selecionados 16 projetos, que estão a ser trabalhados durante 8 semanas para serem apresentados a investidores, numa iniciativa estilo Shark Tank. Os projetos estão a ser acompanhados por especialistas na definição da marca, logótipo, plano de negócios e ainda em alternativas de financiamento.

O objetivo deste projeto é dinamizar as escolas de hotelaria e turismo, tornando-as em “fábricas de turismo criativo” e ainda ajudar no desenvolvimento para que se tornem independentes.

Saiba mais sobre o projeto aqui!

Fonte: Expresso

Está destinado a ser um empreendedor?

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2015-12-04

Empreendedorismo – por um lado liberdade e flexibilidade, por outro, grande responsabilidade e uma maior necessidade de disciplina, ser empreendedor não é para todos. Como saber se é, ou poderá ser, um bom empreendedor?

Existem 7 sinais que podem revelar essa faceta:

  1. Ter iniciativa: iniciativa é crucial para empreendedorismo. Como pode saber se tem iniciativa? Ao ter estado envolvido em grupos ou causas sem retorno monetário, ao ter criado uma organização na faculdade, ao ser voluntário de uma instituição, são alguns exemplos.
  2. Ter paixão: Uma atitude de indiferença não está associada a um empreendedor de sucesso. É preciso gostar mesmo daquilo que se faz, pois é necessário ter força para superar os obstáculos, por vezes inevitáveis. Um negócio raramente tem sucesso do dia para a noite, é preciso estar preparado e acreditar, mesmo, no empreendimento para superar possíveis deceções.
  3. Ter competências sociais: Ser solitário não o impede se tornar um potencial empreendedor, no entanto, a falta de bom senso social poderá ser um obstáculo para o sucesso. A comunicação e a interação são uma necessidade em qualquer negócio, sem estas capacidades poderá ter mais dificuldade em formar parcerias, em atrair clientes e até mesmo networking dentro da empresa.
  4. Não aceitar um “não” como resposta: “Dar-se” facilmente não costuma ser uma característica muito habitual entre empresários. É preciso proteger o seu negócio, o sucesso exige perseverança, capacidade de persuasão e pensar “fora da caixa”. Por vezes leis, códigos podem transformar-se em obstáculos para o crescimento do seu negócio, é preciso ter força para superá-los.
  5. Ser criativo: A criatividade não é apenas uma qualidade encontrada em artistas e escritores, é também uma característica comum em empreendedores, como encontrar formas inovadoras para resolver problemas comuns. Estudos concluíram que apenas 47% das pessoas são criativas.
  6. Ser competitivo por natureza: Existe uma razão para as empresas apostarem no recrutamento de desportistas para posições de vendas e de negócios, existe, tanto no desporto como nas empresas, o desejo de criar estratégias para alcançar vitórias. Se fez parte de uma equipa desportista em crescimento ou vencedora, ao ser confrontado com um pouco de rivalidade já tem o que é necessário para ser um empreendedor. A natureza competitiva irá forçá-lo não apenas a ser melhor mas sim, ser o melhor.
  7. Ser trabalhador: Quem está disposto a dedicar-se ao trabalho é, habitualmente, quem tem a maior recompensa. Se for o tipo de pessoa que só quer fazer o mínimo possível, a carga de trabalho do empreendedorismo vai vencê-lo. Os empreendedores não se deixam vencer pelo excesso de trabalho, por trabalhar no fim-de-semana ou pelos sacrifícios para o sucesso do seu negócio. Se não estiver disposto a despender do seu tempo a sua ideia nunca sairá do papel.

Fonte: Entrepreneur

E se pudesse desenvolver capacidades de inovação através de um jogo?

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2015-10-23

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ideaChef é um jogo de tabuleiro que ajuda a desenvolver capacidades de inovação,  uma ferramenta inovadora, desenvolvida em Portugal pela Continue To Grow, com apoio de uma universidade de referência, a Escola de Design do Politécnico de Milão.

A sua criação foi baseada nas melhores práticas nas áreas da resolução criativa de problemas, criatividade, e “gamification” (que se traduz pela aplicação de elementos associados aos jogos a contextos empresariais).

Tal como é confirmado pela empresa estudos mercado GARTNER e a mais recentemente pela revista HARVARD BUSINESS REVIEW, os jogos são uma área emergente e fundamental para a criação de uma verdadeira cultura de inovação nas organizações.

Para demonstrar a utilização e vantagens deste tipo de ferramentas e em especial do ideaChef, a Continue To Grow realiza dois eventos em:

  • Lisboa, 27 de Outubro de 2015, no auditório da Microsoft
  • Porto, 29 Outubro de 2015, no auditório da UPTEC

A inscrição nestes eventos pode ser efetuada aqui.
Ou através dos seguintes contactos:
+351 225 322 015
cbarbosa@continuetogrow.pt

Esta participação é gratuita mas sujeita a confirmação.

A Continue To Grow, empresa criada por 4 tecnológicas portuguesas (uma das quais a Ambidata), cuja missão é desenvolver novas ferramentas de inovação baseada nos jogos.

Alguém tem ideias para o futuro da vida urbana?

Renato Povoas - Managing Partner Startups 2015-10-06

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Ericsson Innovation Awards levanta a questão “Como é que podemos transformar as nossas cidades através da tecnologia?” E este é o grande mote da edição de 2016 do concurso global de ideias inovadoras destinado a estudantes de todo o mundo.

Até 30 de Novembro pode inscrever-se, com hipótese de formar equipas de duas a quatro pessoas, a inovação tem que estar presente, aliás é um dos aspetos centrais do desafio. A 18 de Dezembro são anunciados os 10 semifinalistas que vão ter o apoio de dois especialistas Ericsson para poderem desenvolver um plano de negócios adequado e um produto viável, a custo reduzido.

A equipa com a melhor ideia receberá 25 mil euros, ao segundo lugar serão atribuídos 15 mil euros e a quem ficar com o terceiro e quarto lugar terá destinado mil euros.

“Assegurar que as nossas cidades são criativas, conectadas e sustentáveis é um grande desafio, mas também uma oportunidade de melhorar a vida de milhares de milhões de pessoas, a par da saúde e futuro do planeta”, argumenta a empresa. É por isso que a edição deste ano do Ericsson Innovation Awards centra-se na promoção das tecnologias de informação e comunicação (TIC) como ferramentas para melhorar a qualidade de vida nas cidades.

A edição 2015 do prémio teve como tema “O Futuro da Educação”. A equipa vencedora, da Alemanha, desenvolveu uma plataforma de auto-desenvolvimento que combinava conceitos como e-learning, aulas em vídeo de universidades reconhecidas, uma comunidade de talento e formação, certificações, mapa de objetivos, assim como um motor de pesquisa e emparelhamento de empregos.

Fonte: Revista Smart Cities